- Sáb Ago 17, 2019 11:34 pm
#118672
[center]LG G5 SE[/center][/b]
Salve rapazeada do fórum, bom hoje tô aqui para falar de um smartphone incrível que é o lg g5, bom eu uso esse celular e não tenho nada há reclamar, jogo PUBG no máximo e sempre roda com ótimo desempenho. Vamos ao tópico.
Introdução:
A LG mostrou que finalmente escutou seus usuários e mudou o visual do aparelho topo de linha da marca, que recebeu o nome e G5. Agora, em corpo de metal e com a curiosa forma de dispositivo modular, você pode encontrar uma evolução interessante na empresa asiática. O problema é que para o Brasil (e mais alguns poucos países), uma versão chamada de "G5 SE" e que vem com hardware inferior, chegou e vem com preço que poderia ser cobrado apenas em dispositivos mais potentes. Descubra, nesta análise, se o G5 SE é um erro da LG ou se ele vale sua atenção.
Para deixar bem claro o ideal de smartphone modular e que é um dos únicos que ainda trabalha com bateria removível, a caixa do aparelho mudou. Ela agora tem uma luva menor do que a embalagem completa e ao abrir, revela o tamanho real da bateria. Abrindo mais uma vez você encontra o carregador de tomada com porta USB e que está de acordo com o padrão Quick Charge, fone de ouvido em sua própria caixa (eu já vi duas empresas concorrentes da LG fazendo isso, sabe?) e que poderia ser muito bom, se não fosse o cabo que deixa de ser de tecido e passa a ser comum depois de mais de dois terços de seu comprimento - nesta parte ele deixa de ser mais resistente e fica "comum". Há também uma ferramenta para remoção da gaveta que vai o SIM card e o cartão microSD, que pode suportar até 256 GB

Design:
Como disse nas linhas logo acima, muita coisa mudou no G5 e, como a variante SE é idêntica do lado de fora, no SE também. Este é o primeiro smartphone da LG que deixa o plástico de lado e adota metal e vidro. Finalmente um smartphone desta empresa tem cara de premium, além de preço de premium. Porém, o que mais chama atenção não é bem a escolha de materiais de construção, mas que este celular é o primeiro smartphone modular que chega ao mercado grande de telefonia móvel. Ainda não é a forma de modular que você espera, mas é um começo.
A parte inferior é removível e é por aqui que a bateria pode ser trocada, ou que você pode alterar algumas coisas na parte modular. A base da bateria pode ser substituída por uma que melhora o áudio (conta com hardware específico para isso e tem nome de H3 by B&O PLAY, criado pela B&O) e outra que adiciona mais 1.200mAh de bateria e comandos físicos para fotos (chamado de Cam Plus). É isso, nada além disso. Nada de melhorar hardware ou tornar o som do alto-falante mais forte.
O corpo é áspero e encaixa bem nas mãos, mas desliza com facilidade e há um detalhe na traseira que dá uma sensação de que algumas peças não encaixaram direito e estão com partes mais afiadas do que deveriam ser. Outro ponto bem negativo no design está no alinhamento da parte inferior com o restante. Esta mesma linha que é afiada e incomoda no toque não é respeitada. Ela existe na pare removível, mas não acompanha a linha reta que segue para todo o restante do aparelho. Este problema seria abafado em um modelo mais simples, mas estamos falando do smartphone mais caro da LG e que, em tese, tem o que há de mais perfeito no mundo dos celulares.

A tela é um IPS LCD de 5.3 polegadas, com resolução de 2560 x 1440 pixels, densidade aproximada de 554 pixels por polegada e que exibe muito bem as cores. Há um balanço agradável na saturação e não há aberrações cromáticas, além de exibir de forma satisfatória o conteúdo debaixo de luz solar direta. O vidro, na parte do alto-falante frontal, é levemente curvado em um design que não faz muito sentido prático. É só um detalhe, sem ser bonito, feio ou útil. Assim como seu maior concorrente, o S7, o G5 SE tem tela que fica acesa o tempo todo, com relógio, lembretes, data e algumas notificações. Como não estamos falando de uma tela AMOLED, todos os pixels de iluminação ficam acesos para este recurso, o que acaba gastando mais bateria do que precisa de fato - a sorte é que isso, de ficar ligado o tempo todo, pode ser desligado.
Os botões de controle de volume voltaram para a lateral, mas o liga/desliga continua na traseira e agora ganhou um leitor de impressões digitais redondo. Ele acomoda melhor o dedo do que a versão do S7 e consegue ler a digital do usuário mesmo sem a necessidade de apertar o botão para iniciar a leitura. Isso significa que para destravar a tela, basta pousar o dedo lá e ela liga sozinha (desgaste menor do botão, que precisa de menos uso para suas funções). O alto-falante agora está na parte inferior e é bastante fraco quando comparado com alguns concorrentes. Por fim, ainda aqui, está a dupla de câmeras que chamam mais atenção do que o restante do conjunto.

Desempenho:
Este é o ponto mais polêmico de toda a análise. Temos aqui uma troca de hardware que faz muita diferença em pontos de benchmarks, pouca diferença no curto prazo e uma imensa diferença em um ou dois anos de uso. A LG trouxe o melhor do poder de fogo que existe para o G5, com um parrudo Snapdragon 820 e 4 GB de memória RAM. O G5 que você comprar em qualquer loja brasileira está na versão SE, que cortou o processador para um Qualcomm MSM8976 Snapdragon 652 que roda quatro núcleos Cortex-A72 em 1.8 GHz, outros quatro núcleos Cortex-A53 em 1.2 GHz, com uma Adreno 510, 3 GB de memória RAM e 32 GB de memória interna. Pode parecer pouco e realmente é quando você está utilizando o smartphone em pouco tempo, mas depois de um ou dois anos, este 1 gigabyte a menos de memória RAM e este processador que não está na família 800, vai sofrer bem mais de velocidade inferior, do que a versão com 820 e 4 GB de RAM. Para uma comparação bem crua, o AnTuTu dá 78.692 pontos para o G5 SE, que é o vendido no Brasil, e 128.232 pontos para o G5 completo, que não é encontrado por aqui. A diferença chega quase aos 50 mil pontos. Bastante, né?


Olhando para o conjunto geral, animações não engasgam e não sofrem de absolutamente qualquer travamento durante o uso mais cotidiano. Isso inclui redes sociais, deixar um ou outro app de mensagens aberto no fundo e escutar alguma música em serviço de streaming. Tudo rodou bem e com boa velocidade. A escolha do Snapdragon 652 não afeta diretamente seu uso, o problema é, como disse antes, o longo prazo e principalmente o valor cobrado por isso.
Olhando para o software, temos uma visível tentativa da LG para deixar tudo mais limpo e menos tumultuado. O visual geral da interface que a empresa usa está mais próximo do Android puro e a escolha de cores claras para os atalhos e menus foi bem acertada. Os atalhos da área de notificações estão bem menores e ocupam menos espaço, além de ganharem um contraste bem forte para ajudar na identificação de cada função. O que não mudou e me deixa curioso para saber o motivo é que a bandeja de aplicativos ainda exibe uma separação de aplicativos e widgets, algo comum em versões antigas do sistema operacional móvel do Google e que já foi abolido por várias fabricantes.
Falando em bandeja de apps, a LG acredita que ela não é mais necessária e coloca uma versão de seu launcher sem ela. O resultado é o visual que você conhece do iOS ou de fabricantes chinesas de Androids, como Xiaomi e Lenovo. Nelas você deixa todos os apps e widgets no mesmo local e só vai adicionando ou removendo telas iniciais. Para piorar, não há o launcher padrão da LG até esta data instalado e você precisa, obrigatoriamente, entrar no LG Smart World e baixar o launcher "LG Home 4.0". Quem vem de um Android antigo, ou até mesmo do G4, acaba ficando perdido com a falta deste menu.
Bom rapazeada por mais é isso, vou deixar a fonte completa para todos darem uma olhada =D
Fonte: https://www.tudocelular.com/LG/provas/n ... G5-SE.html
Caso queira comprar: https://produto.mercadolivre.com.br/MLB ... 8003768757
Salve rapazeada do fórum, bom hoje tô aqui para falar de um smartphone incrível que é o lg g5, bom eu uso esse celular e não tenho nada há reclamar, jogo PUBG no máximo e sempre roda com ótimo desempenho. Vamos ao tópico.
Introdução:
A LG mostrou que finalmente escutou seus usuários e mudou o visual do aparelho topo de linha da marca, que recebeu o nome e G5. Agora, em corpo de metal e com a curiosa forma de dispositivo modular, você pode encontrar uma evolução interessante na empresa asiática. O problema é que para o Brasil (e mais alguns poucos países), uma versão chamada de "G5 SE" e que vem com hardware inferior, chegou e vem com preço que poderia ser cobrado apenas em dispositivos mais potentes. Descubra, nesta análise, se o G5 SE é um erro da LG ou se ele vale sua atenção.
Para deixar bem claro o ideal de smartphone modular e que é um dos únicos que ainda trabalha com bateria removível, a caixa do aparelho mudou. Ela agora tem uma luva menor do que a embalagem completa e ao abrir, revela o tamanho real da bateria. Abrindo mais uma vez você encontra o carregador de tomada com porta USB e que está de acordo com o padrão Quick Charge, fone de ouvido em sua própria caixa (eu já vi duas empresas concorrentes da LG fazendo isso, sabe?) e que poderia ser muito bom, se não fosse o cabo que deixa de ser de tecido e passa a ser comum depois de mais de dois terços de seu comprimento - nesta parte ele deixa de ser mais resistente e fica "comum". Há também uma ferramenta para remoção da gaveta que vai o SIM card e o cartão microSD, que pode suportar até 256 GB

Design:
Como disse nas linhas logo acima, muita coisa mudou no G5 e, como a variante SE é idêntica do lado de fora, no SE também. Este é o primeiro smartphone da LG que deixa o plástico de lado e adota metal e vidro. Finalmente um smartphone desta empresa tem cara de premium, além de preço de premium. Porém, o que mais chama atenção não é bem a escolha de materiais de construção, mas que este celular é o primeiro smartphone modular que chega ao mercado grande de telefonia móvel. Ainda não é a forma de modular que você espera, mas é um começo.
A parte inferior é removível e é por aqui que a bateria pode ser trocada, ou que você pode alterar algumas coisas na parte modular. A base da bateria pode ser substituída por uma que melhora o áudio (conta com hardware específico para isso e tem nome de H3 by B&O PLAY, criado pela B&O) e outra que adiciona mais 1.200mAh de bateria e comandos físicos para fotos (chamado de Cam Plus). É isso, nada além disso. Nada de melhorar hardware ou tornar o som do alto-falante mais forte.
O corpo é áspero e encaixa bem nas mãos, mas desliza com facilidade e há um detalhe na traseira que dá uma sensação de que algumas peças não encaixaram direito e estão com partes mais afiadas do que deveriam ser. Outro ponto bem negativo no design está no alinhamento da parte inferior com o restante. Esta mesma linha que é afiada e incomoda no toque não é respeitada. Ela existe na pare removível, mas não acompanha a linha reta que segue para todo o restante do aparelho. Este problema seria abafado em um modelo mais simples, mas estamos falando do smartphone mais caro da LG e que, em tese, tem o que há de mais perfeito no mundo dos celulares.

A tela é um IPS LCD de 5.3 polegadas, com resolução de 2560 x 1440 pixels, densidade aproximada de 554 pixels por polegada e que exibe muito bem as cores. Há um balanço agradável na saturação e não há aberrações cromáticas, além de exibir de forma satisfatória o conteúdo debaixo de luz solar direta. O vidro, na parte do alto-falante frontal, é levemente curvado em um design que não faz muito sentido prático. É só um detalhe, sem ser bonito, feio ou útil. Assim como seu maior concorrente, o S7, o G5 SE tem tela que fica acesa o tempo todo, com relógio, lembretes, data e algumas notificações. Como não estamos falando de uma tela AMOLED, todos os pixels de iluminação ficam acesos para este recurso, o que acaba gastando mais bateria do que precisa de fato - a sorte é que isso, de ficar ligado o tempo todo, pode ser desligado.
Os botões de controle de volume voltaram para a lateral, mas o liga/desliga continua na traseira e agora ganhou um leitor de impressões digitais redondo. Ele acomoda melhor o dedo do que a versão do S7 e consegue ler a digital do usuário mesmo sem a necessidade de apertar o botão para iniciar a leitura. Isso significa que para destravar a tela, basta pousar o dedo lá e ela liga sozinha (desgaste menor do botão, que precisa de menos uso para suas funções). O alto-falante agora está na parte inferior e é bastante fraco quando comparado com alguns concorrentes. Por fim, ainda aqui, está a dupla de câmeras que chamam mais atenção do que o restante do conjunto.

Desempenho:
Este é o ponto mais polêmico de toda a análise. Temos aqui uma troca de hardware que faz muita diferença em pontos de benchmarks, pouca diferença no curto prazo e uma imensa diferença em um ou dois anos de uso. A LG trouxe o melhor do poder de fogo que existe para o G5, com um parrudo Snapdragon 820 e 4 GB de memória RAM. O G5 que você comprar em qualquer loja brasileira está na versão SE, que cortou o processador para um Qualcomm MSM8976 Snapdragon 652 que roda quatro núcleos Cortex-A72 em 1.8 GHz, outros quatro núcleos Cortex-A53 em 1.2 GHz, com uma Adreno 510, 3 GB de memória RAM e 32 GB de memória interna. Pode parecer pouco e realmente é quando você está utilizando o smartphone em pouco tempo, mas depois de um ou dois anos, este 1 gigabyte a menos de memória RAM e este processador que não está na família 800, vai sofrer bem mais de velocidade inferior, do que a versão com 820 e 4 GB de RAM. Para uma comparação bem crua, o AnTuTu dá 78.692 pontos para o G5 SE, que é o vendido no Brasil, e 128.232 pontos para o G5 completo, que não é encontrado por aqui. A diferença chega quase aos 50 mil pontos. Bastante, né?


Olhando para o conjunto geral, animações não engasgam e não sofrem de absolutamente qualquer travamento durante o uso mais cotidiano. Isso inclui redes sociais, deixar um ou outro app de mensagens aberto no fundo e escutar alguma música em serviço de streaming. Tudo rodou bem e com boa velocidade. A escolha do Snapdragon 652 não afeta diretamente seu uso, o problema é, como disse antes, o longo prazo e principalmente o valor cobrado por isso.
Olhando para o software, temos uma visível tentativa da LG para deixar tudo mais limpo e menos tumultuado. O visual geral da interface que a empresa usa está mais próximo do Android puro e a escolha de cores claras para os atalhos e menus foi bem acertada. Os atalhos da área de notificações estão bem menores e ocupam menos espaço, além de ganharem um contraste bem forte para ajudar na identificação de cada função. O que não mudou e me deixa curioso para saber o motivo é que a bandeja de aplicativos ainda exibe uma separação de aplicativos e widgets, algo comum em versões antigas do sistema operacional móvel do Google e que já foi abolido por várias fabricantes.
Falando em bandeja de apps, a LG acredita que ela não é mais necessária e coloca uma versão de seu launcher sem ela. O resultado é o visual que você conhece do iOS ou de fabricantes chinesas de Androids, como Xiaomi e Lenovo. Nelas você deixa todos os apps e widgets no mesmo local e só vai adicionando ou removendo telas iniciais. Para piorar, não há o launcher padrão da LG até esta data instalado e você precisa, obrigatoriamente, entrar no LG Smart World e baixar o launcher "LG Home 4.0". Quem vem de um Android antigo, ou até mesmo do G4, acaba ficando perdido com a falta deste menu.
Bom rapazeada por mais é isso, vou deixar a fonte completa para todos darem uma olhada =D
Fonte: https://www.tudocelular.com/LG/provas/n ... G5-SE.html
Caso queira comprar: https://produto.mercadolivre.com.br/MLB ... 8003768757
[DIRETOR] DO STARDIX.










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