- Dom Abr 21, 2019 10:21 am
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Como surgiu a Páscoa? E sua história?
Formas ovais, embrulhos coloridos e recheios variados, fazem você lembrar algo? Páscoa! A palavra “páscoa” surgiu a partir do hebreu “pessach” (passagem), que segundo a história, marca a libertação do povo judeu escravizado no Egito para a Terra Prometida. Para os cristãos, a Páscoa significa a passagem de Jesus Cristo da morte para a vida, ou seja, sua ressurreição. Já os ovos se tornaram ícones da Páscoa uma vez que simbolizam a existência da vida, o nascimento. Já o coelho por ser um animal com capacidade de gerar grandes ninhadas, simboliza a fertilidade. Esses dois elementos são considerados símbolos da páscoa desde a antiguidade. Nesta época, a Páscoa era uma celebração à Deusa da Primavera (Eostre ou Ostera), que segura um ovo em sua mão e observa um coelho. O surgimento do ovo de chocolate se deu a partir do século XVIII, em substituição aos ovos duros e pintados que eram dados de presente na época. Foi uma descoberta fabulosa dos confeiteiros franceses que inventaram esse modo atraente de apresentar o chocolate. E resistir á essas tentações não é nada fácil! Embora deva ser consumido com moderação, devido ao seu alto teor calórico e de gordura, ele também possui propriedades funcionais. A presença de substâncias como os flavonóides conferem ao chocolate ação antioxidante, protegendo as células contra a ação de radicais livres. Afirmam os especialistas que o chocolate amargo é o que possui maiores benefícios, possuindo alto teor de magnésio, o que pode ajudar as mulheres com ciclos menstruais problemáticos. Também ajuda a metabolizar o açúcar, ajudando as pessoas que sofrem de diabetes. Além disso, é benéfico ao coração, pela redução da pressão sanguínea. Outro alimento bastante consumido nessa época do ano e que, nutricionalmente falando, possui muitas vantagens, são os peixes. O aumento do consumo deste alimento se deve à restrição feita pela religião católica na ingestão de carne de animais que possuem sangue quente. Embora não haja nenhuma passagem bíblica a respeito, os católicos não consomem carne vermelha na Sexta-feira Santa como um ato de respeito à Jesus, já que este alimento representa o corpo de Cristo.
Os peixes apresentam um alto valor protéico e um baixo teor de gorduras saturadas. A proteína é essencial para fortalecer o corpo, além de ajudar na reconstituição dos tecidos do organismo. Possuem baixo teor de gorduras saturadas e um alto teor de gorduras mono e poliinsaturadas, principalmente Ômega 3. Ele ajuda a reduzir o colesterol, e consequentemente as doenças cardiovasculares, e pode ainda ajudar na prevenção de certos tipos de câncer. Os peixes oleosos também são ricos em vitamina B, essencial para que os tecidos e o sistema nervoso se mantenham em condições saudáveis; e ainda vitaminas A e D, assim como cálcio, zinco e magnésio. Além da carne, outros alimentos não são consumidos no período de Páscoa, por motivos religiosos. Para a comunidade judaica, por exemplo, não deve haver o consumo de nenhum alimento que seja fermentado, como por exemplo, pães, bolachas e macarrão. Independente de religião e significados, a Páscoa nos dá a possibilidade de variar os alimentos do dia-a-dia. A substituição da carne por um peixe, do chocolate ao leite ou com castanhas por um meio amargo, fazem com que a Páscoa se torne, pra nós, uma opção mais saudável.
Formas ovais, embrulhos coloridos e recheios variados, fazem você lembrar algo? Páscoa! A palavra “páscoa” surgiu a partir do hebreu “pessach” (passagem), que segundo a história, marca a libertação do povo judeu escravizado no Egito para a Terra Prometida. Para os cristãos, a Páscoa significa a passagem de Jesus Cristo da morte para a vida, ou seja, sua ressurreição. Já os ovos se tornaram ícones da Páscoa uma vez que simbolizam a existência da vida, o nascimento. Já o coelho por ser um animal com capacidade de gerar grandes ninhadas, simboliza a fertilidade. Esses dois elementos são considerados símbolos da páscoa desde a antiguidade. Nesta época, a Páscoa era uma celebração à Deusa da Primavera (Eostre ou Ostera), que segura um ovo em sua mão e observa um coelho. O surgimento do ovo de chocolate se deu a partir do século XVIII, em substituição aos ovos duros e pintados que eram dados de presente na época. Foi uma descoberta fabulosa dos confeiteiros franceses que inventaram esse modo atraente de apresentar o chocolate. E resistir á essas tentações não é nada fácil! Embora deva ser consumido com moderação, devido ao seu alto teor calórico e de gordura, ele também possui propriedades funcionais. A presença de substâncias como os flavonóides conferem ao chocolate ação antioxidante, protegendo as células contra a ação de radicais livres. Afirmam os especialistas que o chocolate amargo é o que possui maiores benefícios, possuindo alto teor de magnésio, o que pode ajudar as mulheres com ciclos menstruais problemáticos. Também ajuda a metabolizar o açúcar, ajudando as pessoas que sofrem de diabetes. Além disso, é benéfico ao coração, pela redução da pressão sanguínea. Outro alimento bastante consumido nessa época do ano e que, nutricionalmente falando, possui muitas vantagens, são os peixes. O aumento do consumo deste alimento se deve à restrição feita pela religião católica na ingestão de carne de animais que possuem sangue quente. Embora não haja nenhuma passagem bíblica a respeito, os católicos não consomem carne vermelha na Sexta-feira Santa como um ato de respeito à Jesus, já que este alimento representa o corpo de Cristo.
Os peixes apresentam um alto valor protéico e um baixo teor de gorduras saturadas. A proteína é essencial para fortalecer o corpo, além de ajudar na reconstituição dos tecidos do organismo. Possuem baixo teor de gorduras saturadas e um alto teor de gorduras mono e poliinsaturadas, principalmente Ômega 3. Ele ajuda a reduzir o colesterol, e consequentemente as doenças cardiovasculares, e pode ainda ajudar na prevenção de certos tipos de câncer. Os peixes oleosos também são ricos em vitamina B, essencial para que os tecidos e o sistema nervoso se mantenham em condições saudáveis; e ainda vitaminas A e D, assim como cálcio, zinco e magnésio. Além da carne, outros alimentos não são consumidos no período de Páscoa, por motivos religiosos. Para a comunidade judaica, por exemplo, não deve haver o consumo de nenhum alimento que seja fermentado, como por exemplo, pães, bolachas e macarrão. Independente de religião e significados, a Páscoa nos dá a possibilidade de variar os alimentos do dia-a-dia. A substituição da carne por um peixe, do chocolate ao leite ou com castanhas por um meio amargo, fazem com que a Páscoa se torne, pra nós, uma opção mais saudável.






- By iCueiu